Acordo de importação de milho pode proteger agronegócio no Oeste de SC - Política e Economia - Santa

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Moacir Pereira18/09/2017 | 02h00Atualizada em 18/09/2017 | 02h00

Acordo de importação de milho pode proteger agronegócio no Oeste de SC

Santa Catarina produz 3,2 milhões de toneladas de milho e necessita de 6 milhões de toneladas 

Acordo de importação de milho pode proteger agronegócio no Oeste de SC Omar Freitas/Agencia RBS
Foto: Omar Freitas / Agencia RBS

A implantação de um novo corredor de importação do milho colhido no Paraguai, para proteger e salvar o agronegócio do Oeste catarinense, foi definida na "Conexão Transfronteiriça” realizada em Encarnación. O evento contou com a presença de 80 representantes de Santa Catarina, entre empresários, prefeitos,  dirigentes de federações e especialistas no setor agrícola.

A situação do agronegócio no Oeste é dramática, em função dos custos na importação de milho do centro-oeste, a cerca de l,5 mil km de distância. Santa Catarina produz 3,2 milhões de toneladas de milho e necessita de 6 milhões de toneladas. 

Se fosse importado diretamente do Paraguai, cortando a Provincia de Missiones, Argentina, os preços do produto na origem seriam muito menores e o transporte ficaria pela metade. Atualmente, o milho paraguaio é transportado pela Foz do Iguaçu, praticamente a mesma distância do Mato Grosso. 

Entre as lideranças catarinenses, o secretário adjunto da Agricultura, Airton Spies, e o deputado Marcos Vieira, que representou a Assembleia Legislativa. Vieira lamentou a ausência do governador ou do vice, considerando a importância do evento e do acordo ali assinado. Para que o novo trajeto seja viabilizado são urgentes medidas dos governos estadual e federal, especialmente, a construção de uma nova ponte sobre o rio Peperi-guacu e a instalação de alfândega na fronteira. Há dez anos não se registra aumento do plantel de aves e suínos no oeste, exatamente pelos custos na importação do milho. 

Ninguém merece
Este é o título de um brilhante artigo escrito pelo advogado e ex-senador Nelson Wedekin, com fortes críticas à Operação Ouvidos Moucos e à decisão da juíza Janaina Cassol Machado de decretar a prisão do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. A análises tem sólido argumentos em defesa do Estado de Direito.  Wedekin ressalta, contudo, a decisão da juíza Marjorie Freiberger, que revogou as prisões no dia seguinte. 

Luta de classes
O Centro de Ciências Jurídicas da UFSC promove, a partir de hoje e até o dia 21, o Seminário Direito e Resistência, com o apoio da Associação dos Juízes do Trabalho da 4ª Região-Anamatra 12. O cartaz alusivo ao evento destaca como temas em debate:  Resistência política e do direito, atos de rua, greves no contexto das reformas trabalhista e previdenciária, luta de classes e revolução brasileira, resistência na universidade. O patrocínio é do PET Direito (Programa de Educação Tutorial da UFSC).

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