Carolina Bahia: com a cabeça na denúncia - Política e Economia - Santa

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Política02/09/2017 | 02h10Atualizada em 02/09/2017 | 02h10

Carolina Bahia: com a cabeça na denúncia

 A situação em Brasília de fato não está tão tranquila, a ponto de o presidente permanecer distante por mais tempo

Carolina Bahia: com a cabeça na denúncia Isac Nóbrega/Presidência da República/Divulgação
Foto: Isac Nóbrega / Presidência da República/Divulgação

O presidente Michel Temer e uma comitiva de aliados foram para China participar de eventos oficiais, mas ele está com a cabeça na segunda denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Por isso mesmo existe a ideia de voltar ao Brasil antes do término da programação da reunião da cúpula dos Brics, formado por Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul. O encontro vai até terça-feira.

Assessores de Temer confirmaram à coluna que o assunto estava sendo avaliado. Mas deputados que integram a comitiva achavam pouco provável. A delação do doleiro Lúcio Funaro, homem de confiança de Eduardo Cunha, também deixa o Planalto em suspense, a ponto de o governo divulgar uma nota na sexta-feira se vacinando contra o que está por vir, desqualificando Funaro e afirmando que Temer jamais obstruiu a Justiça.

A dificuldade que o Planalto enfrentou em plenário ao longo da semana para conseguir levar adiante a votação do aumento do rombo fiscal serviu como um alerta. A JBS entregou novos arquivos aos investigadores, complementando a delação-bomba. A situação em Brasília de fato não está  tão tranquila, a ponto de o presidente permanecer distante por mais tempo. 

Não sabia?
A saia-justa da semana ficou por conta do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, que assumiu que não foi consultado sobre o decreto que extinguia a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca) na Amazônia. Diante do fiasco da medida, o governo voltou atrás, mas ficou o mal-estar. O ministro tem sido cobrado pelas lideranças ambientais.

Horta na Esplanada
O secretário Nacional de Segurança Alimentar, Caio Rocha, montou uma horta em um escritório da Esplanada dos Ministérios. Na sala de reuniões, ao lado de seu gabinete, organizou vasos com plantas como laranjeiras, jabuticabeiras, amoreiras, ornamentais, verduras, temperos e chás. Ele até mesmo improvisou um minissistema de irrigação para manter as plantas na seca da capital federal. Ao invés do tradicional cafezinho, Caio recebe as visitas com chás da própria horta.

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