"Questão é institucional", afirmam senadores catarinenses sobre o futuro de Aécio Neves - Política e Economia - Santa

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Moacir Pereira17/10/2017 | 02h20Atualizada em 17/10/2017 | 02h20

"Questão é institucional", afirmam senadores catarinenses sobre o futuro de Aécio Neves

Paulo Bauer, Dário Berger e Dalírio Beber votam nesta terça a possibilidade do mineiro retomar o seu mandato no Senado

"Questão é institucional", afirmam senadores catarinenses sobre o futuro de Aécio Neves Agência Senado/Divulgação
Foto: Agência Senado / Divulgação

 Dos três senadores catarinenses que nesta terça decidirão sobre o futuro do senador Aécio Neves, dois estão na lista dos pré-candidatos ao governo do Estado: Paulo Bauer, o líder do PSDB, e Dário Berger, correndo por fora, do PMDB. E eles refletirão sobre 2018 na hora do voto.

Os três participam nesta terça pela manhã de reuniões das bancadas para tomada de decisão. Bauer e Berger já anteciparam que "a situação é muito difícil" e acrescentaram que não votarão no caso Aécio, porque "a questão é institucional".

Sustentam que o STF criou o impasse ao suspender parte das prerrogativas de Aécio Neves, que nem é réu em processo criminal. Pior: atingiu o mandato de um senador numa turma e por apenas 3 votos a 2.

Se o presidente do Senado, Eunicio Oliveira (PMDB), adotar o mesmo critério na cassação do senador Delcídio Amaral, a votação será aberta e é possível que Aécio Neves continue sujeito às restrições do STF. Sendo fechada, contudo, a previsão é de que o Senado não acolha a condenação parcial do STF e o mineiro retome todas as atividades.

Dário Berger lembrou que há fatores imponderáveis que poderão definir os votos. No caso precedente, o clima era favorável a Delcídio Amaral, na votação secreta. Surgiram fatos novos e, com a votação aberta, ele foi para a guilhotina. Paulo Bauer, Dário Berger e Dalírio Beber enfatizam que a principal motivação do voto será a defesa das prerrogativas do Senado.

Itália
Uma tese estudada pelo advogado Marcelo Peregrino Ferreira foi citada em debate sobre emenda constitucional no Parlamento Italiano. A PEC tornava inelegíveis os deputados italianos fora da Itália tendo ocupado função pública por 10 anos. Se aprovada eliminaria a deputada brasileira Renata Bueno. O Parlamento Italiano reduziu a restrição para 5 anos. Renata Bueno tentará a reeleição em 2018. 

Obras paradas
Ex-prefeito Cesar Souza Junior contesta críticas do prefeito Gean Loureiro sobre obras paradas. Relata: as obras foram paralisadas por recomendação da Controladoria, que determinou nova licitação; os recursos estão desde janeiro em conta vinculada, suficientes para terminar a obra; se demoram 10 meses para fazer uma licitação simples, se retiram a segurança das obras permitindo depredação e se vão concluir com um sobrepreço de R$ 800 mil quem deve explicar é a atual gestão.

Anestesistas
Médico anestesista Rui Flamia, há 42 exercendo a medicina em Joaçaba, uniu-se às homenagens aos professores. Por e-mail, assim se  manifestou: "Se até aqui cheguei, além do meu esforço, tudo devo a queridos mestres, desde o primário em Capinzal ao curso de Medicina em Porto Alegre e à pós-graduação no Hospital das Clínicas de Curitiba. Abraço a todos os professores."

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