Senadores catarinenses votam contra a afastamento de Aécio Neves - Política e Economia - Santa

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Política17/10/2017 | 20h46Atualizada em 17/10/2017 | 20h46

Senadores catarinenses votam contra a afastamento de Aécio Neves

Paulo Bauer, líder do PSDB no Senado, saiu do hospital direto para o plenário e foi o último a votar na sessão desta terça-feira

Senadores catarinenses votam contra a afastamento de Aécio Neves Reprodução / TV Senado/TV Senado
Foto: Reprodução / TV Senado / TV Senado

Paulo Bauer (PSDB), Dalírio Beber (PSDB) e Dario Berger (PMDB), os três senadores que representam Santa Catarina no Senado Federal, acompanharam a maioria dos parlamentares e votaram contra a manutenção da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato. A determinação do Supremo também previa o recolhimento noturno do parlamentar. Os votos dos catarinenses integraram o placar final de 44 votos "não", o que significava ser contrário ao STF, a 26 "sim", que representaria ser favorável ao STF. Ao todo, 71 votos foram registrados. 

Aécio obteve três votos a mais que o mínimo necessário para a rejeição da decisão do Supremo e, com esse placas, poderá retomar o mandato. Líderes do PMDB e do PSDB orientaram as bancadas para que votassem a favor do senador tucano. A votação nesta terça-feira começou às 18h56min e terminou quase uma hora depois, às 19h39min. 

Atendendo ao pedido do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), todos os parlamentares esperaram quase meia hora após a votação para que Paulo Bauer, líder do PSDB no Senado, chegasse no local para computar seu voto e encerrar a sessão. Segundo nota divulgada pelo hospital, Bauer passou mal no começo da tarde e precisou ser internado após ser diagnosticado com crise hipertensiva e, a princípio, nem iria comparecer ao plenário. A reportagem do Diário Catarinense entrou em contato com os senadores catarinenses para comentar os votos, mas as ligações não foram atendidas.

Relembre

O afastamento de Aécio ocorreu no fim de setembro quando o STF atendeu ao pedido da procuradoria-geral da República, que afirma que o tucano usaria o poder de parlamentar para interferir nas investigações da Lava-Jato. No último sábado, a Justiça Federal de Brasília concedeu uma liminar referente a uma ação popular que também pedia que a sessão seja aberta.  

Leia mais:
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