Chacinas em unidades prisionais preocupam OAB em Itajaí - Segurança - Jornal de Santa Catarina

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Segurança12/01/2017 | 10h12Atualizada em 12/01/2017 | 10h12

Chacinas em unidades prisionais preocupam OAB em Itajaí

Representantes da entidade se reuniram com a direção da Canhanduba

Foto: Divulgação / OAB SC

As chacinas ocorridas em unidades prisionais no Amazonas e em Roraima e o potencial risco de confrontos em Santa Catarina têm preocupado a OAB. Ontem o presidente da Subseção Itajaí, Murilo Zipperer, o vice-presidente Marco Cachel e o conselheiro federal da OAB, João Paulo Tavares Bastos, estiveram no Complexo Prisional da Canhanduba para discutir o assunto com o diretor da unidade e da região prisional, Juliano Stoberl.

A situação é tranquila, mas os problemas de superlotação permanecem, especialmente no presídio, onde há 1085 detentos em um espaço que deveria abrigar 640. Na ala de triagem, 14 presos ficam em uma sala projetada para 8.

Na penitenciária, que tem 820 vagas, havia até quarta-feira 989 detentos.

Em obras

Um dos problemas do presídio da Canhanduba é absorver detentos do regime semi-aberto, que não têm outro lugar para ficar. A situação deve se resolver com a entrega de casas dentro do complexo para os presos nessas condições _ que podem sair para trabalhar _, com 178 vagas. A previsão de inauguração é dia 20 de janeiro.

 
 

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