Em depoimento à polícia, professor suspeito de suposta agressão a aluno em Araquari nega acusação - Segurança - Jornal de Santa Catarina

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Investigação10/05/2017 | 17h06Atualizada em 10/05/2017 | 17h06

Em depoimento à polícia, professor suspeito de suposta agressão a aluno em Araquari nega acusação

Delegado Fabio Estuqui ouviu o profissional nesta quarta-feira. Criança deve ser ouvida nos próximos dias, acompanhada por psicólogo

Em depoimento à polícia, professor suspeito de suposta agressão a aluno em Araquari nega acusação Divulgação/Divulgação
Marca no pescoço e vômito levaram o pai a registrar boletim de ocorrência contra o professor Foto: Divulgação / Divulgação
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A Polícia Civil ouviu nesta quarta-feira o professor suspeito de agredir um menino de cinco anos em Araquari. De acordo com o delegado Fabio Estuqui, responsável pelo caso, em depoimento o homem negou a suposta hostilidade. O caso ocorreu nesta segunda-feira em uma escola da cidade.

Conforme relato do pai, ele chegou à unidade escolar na segunda-feira por volta das 13 horas para buscar o filho. No local, encontrou a criança sentada sozinha e cercada por vômito. Ao questionar o professor auxiliar – a titular está de licença – sobre o que teria acontecido, ele teria afirmado ao pai que deixou o menino no local porque ele não ficava quieto e negou ter visto as marcas no pescoço. 

Em carta enviada à reportagem, o educador afirmou que a criança ¿é muito agitada e não para um instante¿, e disse não ter conhecimento da marca no pescoço do menino. O professor também alega ter sofrido ameaças por parte do pai e registrou um boletim de ocorrência. 

A criança deve ser ouvida ainda nos próximos dias. Segundo o delegado, o depoimento será acompanhando por um psicólogo para dar prosseguimento ao inquérito.

— A criança não será ouvida na delegacia, agora vou aguardar o psicólogo responsável enviar o relatório para prosseguir a investigação — completou.

O professor é auxiliar da escola e no dia do ocorrido estava cobrindo outro profissional que está de licença. Ainda conforme o delegado Estuqui, se através do inquérito policial ficar comprovado as agressões, o professor pode responder por crime de maus tratos já que o menino estava sob seus cuidados e guarda. 

A reportagem de ¿AN" tentou contato por telefone celular com o pai do menino na manhã desta terça-feira para falar sobre o caso, mas ninguém atendeu.


*O nome do pai e da criança não foram divulgados em cumprimento ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 

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