Ladrão preso em Itapema tem mais de 70 anos de condenações no RS - Segurança - Jornal de Santa Catarina

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Escondido no litoral08/09/2017 | 15h31Atualizada em 08/09/2017 | 15h57

Ladrão preso em Itapema tem mais de 70 anos de condenações no RS

Especialista em roubos a bancos e a carro-forte é suspeito de grandes assaltos em Santa Catarina e Paraná

Localizado pelas polícias de Santa Catarina e Paraná nesta semana em Itapema, o assaltante Carlos Eduardo Fernandes Moreira, o Gordo, 40 anos, tem condenações que alcançam mais de 70 anos de prisão para cumprir no Rio Grande do Sul. A informação é do delegado Anselmo Cruz, da Divisão de Roubos e Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic). 

O criminoso foi capturado na última segunda-feira em uma investigação conjunta de policiais civis da Deic e do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) da Polícia Civil do Paraná quando chegava em um apartamento. Ele dirigia uma Mercedes CLA20 e apresentou documento falso na abordagem.

Natural de Curitiba, Gordo apareceu em uma filmagem de ataques a dois bancos em março deste ano em Fraiburgo, no Meio-Oeste catarinense. Na ocasião, ele portava um fuzil e efetuou disparos. Segundo o delegado Anselmo, o preso agia em conjunto nos anos 2000 com o maior assaltante de bancos e carros-fortes do Sul do País, José Carlos dos Santos, o Seco, preso no Rio Grande do Sul.

— Ele é ex-parceiro do Seco, tem 75 anos de cadeia para cumprir no RS. Apuramos que passava tempos aqui em Itapema e fora. Vinha para se esconder — disse o delegado, que o investiga por mais assaltos em Santa Catarina.

Gordo é considerado de alta periculosidade e especialista em ataques a bancos e a carro-forte, conforme a polícia. No Paraná, é suspeito de participar de um assalto a carro-forte em julho, na BR-277.

O criminoso tem uma perna mecânica por causa de um tiro de fuzil que levou em 2006. Naquele ano, a quadrilha de Seco derrubou a parede de uma empresa de transportes de valores em Santa Cruz do Sul com um caminhão e levou R$ 3,9 milhões. Na ação, um policial militar foi morto. O preso foi encaminhado para o sistema prisional em Florianópolis. A reportagem não teve acesso a ele nem ao seu advogado.

Foto: Divulgação / Deic

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