Identificado suspeito de matar professor indígena no Litoral - Segurança - Jornal de Santa Catarina

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Caso de Penha05/01/2018 | 10h31Atualizada em 05/01/2018 | 11h26

Identificado suspeito de matar professor indígena no Litoral

 Segundo delegado que investiga o caso, jovem de 22 anos, teria cometido o crime

Identificado suspeito de matar professor indígena no Litoral Reprodução / Divulgação/Divulgação
Foto: Reprodução / Divulgação / Divulgação

Após investigação, a Polícia Civil de Balneário Piçarras identificou o suspeito de matar o professor indígena Marcondes Nambla, 36 anos, espancado em Penha na madrugada do dia 1º de janeiro. Segundo delegado Douglas Teixeira Barroco, responsável pela investigação do caso, o jovem de 22 anos, morava em Gaspar e atualmente estava residindo em Penha, mas teria abandonado a residência após o crime e é considerado foragido.

Identificamos o suspeito através de testemunhas, no dia 3 de janeiro, dia que chegou a notícia do crime para nós. Fizemos o pedido de prisão preventiva à noite, mas só foi deferido na quinta-feira à tarde e fomos em busca dele, mas ele já havia se evadido — comenta.

De acordo com Barroco, o suspeito teria antecedentes por crimes de homicídio qualificado, roubo, furto, lesão corporal e receptação. O delegado-geral adjunto da Polícia Civil em Santa Catarina, Marcos Ghizoni, confirmou ao colunista Diogo Vargas na quinta-feira à noite que “o índio foi morto pelo que chamamos tecnicamente de motivo fútil”. 

Barroco cita que a identificação do suspeito foi possível através do vídeo, de uma câmera de segurança que registrou o momento da agressão, e da ajuda de testemunhas oculares do ocorrido. 

—Inclusive, ele falava que fez aquilo porque a vítima mexido com o cachorro dele. Falava isso para as pessoas que estavam passando pelo local — cita. 

Professor estava em Penha buscando renda extra

Marcondes foi no fim de ano para Penha junto de um grupo de indígenas da aldeia Barragem, em José Boiteux, para vender picolés. Eles buscavam uma renda extra no fim de ano e alugaram uma casa na cidade. O grupo costumava fazer isso todos os anos, mas foi a primeira vez que Marcondes os acompanhou.

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